INTERNACIONAL
publicado em 12/03/2011 às 14h29:
Acidente nuclear no Japão é de
nivel 4 em escala que vai até 7
Incidente em Fukushima 1 ocorreu depois de terremoto e tsunami no norte do país
O acidente nuclear ocorrido
neste sábado (12) na central número
1 de Fukushima, no
nordeste do Japão, foi avaliado no nível 4,
numa escala que vai até 7, anunciou a
Agência Japonesa de Segurança Nuclear
e Industrial.
neste sábado (12) na central número
1 de Fukushima, no
nordeste do Japão, foi avaliado no nível 4,
numa escala que vai até 7, anunciou a
Agência Japonesa de Segurança Nuclear
e Industrial.
Para se ter uma ideia, em 1979,
o acidente em Three Mile Island,
nos Estados Unidos, ficou no nível 5 e
o de Chernobyl, em 1986, no grau 7.
A classificação 4 qualifica acidentes que não acarretam riscos muito significativos fora do local, segundo documentos da Agência internacional de Energia Atômica (AIEA).
O termo "anomalia" é utilizado para o nível 1. Já "incidente" é usado para os níveis 2 e 3.
O nível 4 é o pior até o momento no Japão, informou um dirigente da agência.
O reator numéro 1 da central de Fukushima, situado a
250 km ao norte de Tóquio, teve uma série de problemas
(falha no sistema de resfriamento, aumento de pressão),
forçando as autoridades a abrir suas válvulas para liberar o excesso de vapor.
Nuvem radioativa pode chegar à Rússia
o acidente em Three Mile Island,
nos Estados Unidos, ficou no nível 5 e
o de Chernobyl, em 1986, no grau 7.
A classificação 4 qualifica acidentes que não acarretam riscos muito significativos fora do local, segundo documentos da Agência internacional de Energia Atômica (AIEA).
O termo "anomalia" é utilizado para o nível 1. Já "incidente" é usado para os níveis 2 e 3.
O nível 4 é o pior até o momento no Japão, informou um dirigente da agência.
O reator numéro 1 da central de Fukushima, situado a
250 km ao norte de Tóquio, teve uma série de problemas
(falha no sistema de resfriamento, aumento de pressão),
forçando as autoridades a abrir suas válvulas para liberar o excesso de vapor.
Nuvem radioativa pode chegar à Rússia
A nuvem radioativa emitida por um reator nuclear
acidentado neste sábado (12) na usina de Fukushima 1,
no Japão, pode atingir a península Kamtchatka, na Rússia,
em menos de 24 horas. A informação é de uma dirigente local do
serviço de vigilância sanitária, citada pela agência de notícias russa Ria-Novosti.
acidentado neste sábado (12) na usina de Fukushima 1,
no Japão, pode atingir a península Kamtchatka, na Rússia,
em menos de 24 horas. A informação é de uma dirigente local do
serviço de vigilância sanitária, citada pela agência de notícias russa Ria-Novosti.
Natalia Jdanova disse que a nuvem de partículas radioativas “deverá atingir
logo a região”, em parte por causa da direção das massas de ar e da pouca
distância entre o local do incidente e o extremo leste da Rússia. A península fica
a nordeste do Japão e do arquipélago russo de Kuriles.
logo a região”, em parte por causa da direção das massas de ar e da pouca
distância entre o local do incidente e o extremo leste da Rússia. A península fica
a nordeste do Japão e do arquipélago russo de Kuriles.
Segundo Jdanova, medições de radioatividade são realizadas de
hora em hora em 28 estações de controle russas.
hora em hora em 28 estações de controle russas.
Rússia se prepara para risco nuclear
O primeiro-ministro russo Vladimir Putin ordenou neste sábado
(12) a execução dos planos e meios de socorro e emergência na zona oriental da
Rússia, informou a agência de notícias russa Ria-Novosti. O anúncio acontece em
seguida ao incidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão.
(12) a execução dos planos e meios de socorro e emergência na zona oriental da
Rússia, informou a agência de notícias russa Ria-Novosti. O anúncio acontece em
seguida ao incidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão.
Putin falou sobre o assunto em uma reunião com o
titular da pasta de Energia, Igor Setchine, e
com o responsável pela
Rosatom (a agência russa de energia nuclear),
Sergueï Kirienko. O encontro também contou com a participação
do vice-ministro das Situações de Emergência, Rouslan Tsalikov.
titular da pasta de Energia, Igor Setchine, e
com o responsável pela
Rosatom (a agência russa de energia nuclear),
Sergueï Kirienko. O encontro também contou com a participação
do vice-ministro das Situações de Emergência, Rouslan Tsalikov.
- É preciso controlar com o maior cuidado possível a situação no
Extremo-Oriente russo e comprovar ainda mais uma vez os
meios disponíveis para enfrentar tal situação.
Extremo-Oriente russo e comprovar ainda mais uma vez os
meios disponíveis para enfrentar tal situação.
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